|
Debate online no dia 8 de Outubro, Dia da Psicologia Latino-Americana

A N P E P P
------Página Inicial ------
------ Notícias ------
|
|
Novo programa de bolsas para doutorado, pós-doc e cientistas seniores

JC
e-mail 3608, de 29 de Setembro de 2008.
O
Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (DAAD) e o Centro Alemão Aeroespacial (DLR)
estão lançando um novo programa de bolsas para doutorandos, pós-doutorandos e
cientistas seniores estrangeiros
O programa "DLR-DAAD-Research Fellowships" disponibiliza bolsas para estadas de
curto e longo prazo em um dos 13 institutos do DLR na Alemanha.
O primeiro edital do programa oferece cerca de 30 oportunidades. O prazo para
inscrições encerra-se em 30 de novembro. Algumas vagas são especialmente
reservadas para candidatos de países com longa tradição de parceria com o DLR,
entre eles o Brasil.
O DLR dedica-se a trabalhos de pesquisa e desenvolvimento nas áreas da
aeronáutica, pesquisas espaciais, transportes e energia. Como agência espacial
da Alemanha, cabe ao DLR o planejamento e a implementação do programa espacial
alemão.
O DAAD é a maior organização de intercâmbio acadêmico e científico do mundo, com
orçamento de 280 milhões de euros e 56 mil fomentados (alemães e estrangeiros)
anualmente.
Para candidatar-se, os interessados brasileiros precisam possuir excelentes
conhecimentos de inglês. Levarão vantagem aqueles que também tiverem
conhecimentos de alemão. Para o doutorado, terão prioridade os candidatos com
até 32 anos. Os candidatos a pós-doc não devem ter concluído seu doutorado há
mais de dois anos.
Para cientistas sênior, os requisitos serão sempre definidos conforme cada vaga.
Candidatos da área médica deverão ser formados e ter no mínimo sete anos de
estudo e prática.
Para mais informações, leia as normas gerais do programa no link: http://www.daad.de/deutschland/foerderung/ausschreibungen/09009.de.html
(Assessoria de Comunicação do DAAD)
A N P E P P
------Página Inicial ------
------ Notícias ------
|
|
Contratação de docentes para atuarem no Programa de Mestrado em Psicologia e
Graduação - Universidade Católica Dom Bosco
A
Universidade Católica Dom Bosco contrata docentes para atuarem no Programa de
Mestrado em Psicologia e Graduação. Os interessados devem ter a titulação
mínima de doutor e cumprir os demais requisitos do Edital de
Contratação, anexo.
As
inscrições deverão ser efetuadas no período de 23 de setembro à 07 de outubro
de 2008, de segunda à quinta-feira das 07h00 às 12h00 e das 13h00 às 17h00 e
na sexta-feira 07h00 às 12h00 e das 13h00 às 16h00, Secretaria do Programa de
Mestrado em Psicologia, na Av. Tamandaré, 6000 Jardim Seminário, CEP
79117-900, Campo Grande-MS. Informações adicionais pertinentes poderão ser
obtidas por meio do telefone: 67 3312-3605 e pelo e-mail
mestradopsic@ucdb.br
Edital de Contratação
A N P E P P
------Página Inicial ------
------ Notícias ------
|
|
Semana de
Extensão - Adoção: significados e práticas

Veja o
Cartaz
A N P E P P
------Página Inicial ------
------ Notícias ------
|
|
Why publish?
Artigo encaminhado por
Arrilton Araújo
Professor Associado I,
Programa de Pós-Graduação em Psicobiologia
Departamento de Fisiologia - CB
Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Acesse o artigo
A N P E P P
------Página Inicial ------
------ Notícias ------
|
|
Estão abertas as inscrições para a seleção 2009 do PPGPSI/UFBa - Mestrado e
Doutorado

SELEÇÃO 2009
INSCRIÇÕES DE 15 DE
SETEMBRO A 15 DE OUTUBRO
(exclusivamente via Correio)
Todas as informações necessárias
estão disponíveis em nossa página:
http://www.pospsi.ufba.br
A N P E P P
------Página Inicial ------
------ Notícias ------
|
|
Seleção para docentes - Curso de Psicologia da UNIME Itabuna - BA

O curso de Psicologia da UNIME Itabuna - BA
está selecionando currículum
para docentes. Os interessados devem mandar currículum LAtttes completo para o
seguinte e-mail:
psicologia.facsul@gmail.com
Para maiores informações sobre a instituição, acesse o site:
http://www.facsul-ba.edu.br
A N P E P P
------Página Inicial ------
------ Notícias ------
|
|
SELEÇÃO
PARA O MESTRADO EM PSICOLOGIA INSTITUCIONAL - PPGPSI

EDITAL
DE SELEÇÃO PARA O MESTRADO EM PSICOLOGIA INSTITUCIONAL
(TURMA 2009)
O presente
edital foi aprovado pelo Colegiado do Programa de Pós-Graduação em Psicologia
Institucional, em Reunião Ordinária do dia 01 de setembro de 2008, nos termos do
art. 2 de seu Regulamento e de acordo com as exigências da Resolução 25/95 CEPE
e do art. 27 do Regulamento Geral da Pós Graduação da UFES.
Edital
A N P E P P
------Página Inicial ------
------ Notícias ------
|
|
Pesquisador
comenta sistemática de avaliação do CNPq

JC
e-mail 3606, de 25 de Setembro de 2008.
“Uma
sistemática de recursos é essencial para manter a credibilidade do sistema de
classificação por nível dos bolsistas de pesquisa”
Mensagem de Gregorio Malajovich, professor do Instituto de Matemática da UFRJ:
O CNPq tem feito um esforço enorme, que eu gostaria de elogiar, em prol de uma
maior transparência. O estabelecimento de uma sistemática oficial para
interposição de recursos (IS 012/2004 [Nota 1]) representa um avanço enorme:
aumenta a transparência do sistema e torna obrigatória no recurso a elaboração
de um parecer de mérito.
Por razões pouco claras, costuma ser difícil para os proponentes obter pareceres
de mérito fundamentados. Além do clássico "não atingiu prioridade", parece usual
obter pareceres de uma ou duas linhas.
Minha bolsa de pesquisa foi renovada com um desses pareceres. Ocorre que o
parecerista não se pronunciou sobre o pedido (explícito logo na primeira página
do meu projeto) de progressão de nível. Não acredito que o parecerista tenha
sequer aberto o arquivo com o projeto e relatório.
O Comitê Assessor de Matemática e Estatística (que julga os meus projetos)
estabeleceu em documento [Nota 2] critérios de caráter qualitativo, que
considero corretíssimos para a área de Matemática. Na classificação de níveis
para as bolsas, os critérios incluem fatores como profundidade e abrangência,
que não podem ser medidos sem uma análise (mesmo que superficial) dos resultados
apresentados por cada proponente.
Uma análise qualitativa é incompatível com pareceres de uma ou duas linhas. Em
princípio, o CNPq conta com um elenco extremamente qualificado de pareceristas,
todos eles capazes de escrever um parecer informativo.
Todos eles recebem bolsas de pesquisa, que os obriga em contrapartida a escrever
pareceres. Visto que na área de matemática exige-se profundidade e abrangência a
partir do nível 1D, e mais acima autoridade e liderança, custa a crer que não
seja possível conseguir um parecer no mérito para cada pedido apresentado.
A classificação por nível dos bolsistas de produtividade em pesquisa é utilizada
pela Capes e pelo próprio CNPq como uma medida de prestígio (na avaliação de
programas de pós-graduação, como condição para apresentar propostas em editais,
para poder ser parte de comissões etc).
Por isso, acredito que deveria ser obrigatória a existência de um ou dois
pareceres fundamentados para cada pedido de bolsa nova ou renovação.
É claro, acidentes ocorrem. Acontece com certa freqüência na área de matemática
de artigos serem enviados a referees que não os entendem. Quando o parecer é
suficientemente explícito para cometer erros factuais, ou quando o parecerista
mostra desconhecimento do assunto, os autores conseguem recorrer. Periódicos que
não tratam submissões de maneira justa podem cair no conceito da comunidade
matemática geral.
Imagino que situação análoga ocorra na avaliação dos pedidos dentro do CNPq, e
que a análise privilegie pesquisadores trabalhando na mesma linha de pesquisa
dos avaliadores. Por isso, uma sistemática de recursos é essencial para manter a
credibilidade do sistema de classificação por nível dos bolsistas de pesquisa.
Todavia, para que essa sistemática tenha efeito, ela precisa ser cumprida. Meu
pedido de reavaliação foi submetido há mais de 7 meses e não consigo sequer
saber o motivo dele estar parado. Todos os prazos da resolução [1], somados,
estão amplamente estourados. Isso não seria tão grave se fosse para uma análise
mais criteriosa, mas não há como obter qualquer informação do CNPq.
Outra sugestão que eu faço, no sentido de maior transparência, é publicar sempre
todos os pareceres técnicos de cada pedido. Pedidos recusados, para o
interessado. Pedidos aceitos ou julgados em recurso, para a sociedade toda.
Notas:
[1] CNPq: IS 012/2004. Sistemática de Avaliação de Recursos -
http://www.cnpq.br/normas/is_04_012.htm
[2] CNPq: Critérios de Julgamento CA-MA -
http://www.cnpq.br/cas/ca-ma.htm#criterios
A N P E P P
------Página Inicial ------
------ Notícias ------
|
|
Cota não levou mais negros à
Universidade

JC
e-mail 3606, de 25 de Setembro de 2008.
No
ano passado, taxa de freqüência entre brancos de 18 a 25 anos foi de 19,4%, ante
6,8% entre pretos e pardos, segundo o IBGE
A política de cotas, implementada em mais de 60 universidades públicas do país,
ainda não resultou em redução da desigualdade na participação de brancos, pretos
e pardos no ensino superior, revela a Síntese de Indicadores Sociais.
No ano passado, a taxa de freqüência (proporção de pessoas que dizem estar indo
à universidade) para alunos de 18 a 25 anos na população branca era de 19,4%.
Entre a população preta e parda (nomenclatura usada pelo IBGE, que usa como
critério a cor por autodeclaração), a taxa era de 6,8%. Os dados mostram que, na
faixa de 18 a 25 anos, os estudantes pretos e pardos ainda não alcançaram a taxa
de freqüência que brancos tinham em 1997.
Na faixa de 21 anos, por exemplo, a freqüência de alunos pretos e pardos era de
2,6% em 1997. No ano passado, subiu para 8,4%. No mesmo período, a população
branca ampliou seu índice de 12,2% para 24,2%. Na prática, cresceu a distância
em pontos percentuais.
Para José Luiz Petruccelli, do IBGE, os dados mostram que não houve impacto da
criação de vagas para a população preta e parda. "Não existe uma política
pública nacional de cotas. A lei que propõe isso está parada no Congresso. O
pouco que está sendo feito não tem impacto."
O pesquisador afirma ainda que os números deveriam refletir a autodeclaração de
cor. "O país tem metade da população que se identifica como branca e outra como
não-branca. Se a cor não estivesse relacionada à apropriação de riqueza,
deveríamos ter metade de brancos e metade de não-brancos nas universidades."
Segundo Marcelo Paixão, economista da UFRJ e coordenador do Observatório
Afrobrasileiro, o governo mostra apenas tolerância sobre políticas afirmativas,
e as únicas ações oficiais até agora foram o Prouni (Programa Universidade para
Todos, que dá bolsas, com cotas para pessoas autodeclaradas indígenas, pretas ou
pardas) e o Fies (Programa de Financiamento Estudantil).
Para ele, a participação dos pretos e pardos cresceu em ritmo acelerado, mas, em
razão da base baixa, não foi possível reduzir a distância em relação à população
branca.
"As políticas de ações afirmativas e o esforço de cada estudante ainda não foram
suficientes para mudar um quadro em que mais de 90% dos jovens negros estão fora
da universidade. Mesmo 120 anos depois da abolição, o país não consegue colocar
10% da população negra na universidade", disse.
O coordenador da ONG Educafro no Rio, André Guimarães, afirma que um dos
principais problemas é a falta de divulgação do Prouni. "Fui na semana passada a
uma escola em Inhaúma (zona norte do Rio) e, quando falei do Prouni, os olhos
dos estudantes brilharam. Eles nem sabiam que eles tinham esse direito",
afirmou.
Vanderson Luiz da Silva, 22, aluno de um pré-vestibular voltado para pretos e
pardos, por exemplo, disse que desconhecia o programa no ano passado, quando
completou o ensino médio e tentou pela primeira vez o vestibular para história.
O hiato entre pessoas que já concluíram o ensino superior também aumentou. Em
1997, 9,6% dos brancos e 2,2% dos pretos e pardos tinham nível superior
completo. Em 2007, 13,4% e 4%, respectivamente.
Não só no ensino superior há discrepância. Em 2007, dos cerca de 14 milhões de
analfabetos no país, quase 9 milhões eram pretos ou pardos. Na população branca,
era de 6,1% para aqueles com 15 anos ou mais e de 14% para pretos e pardos.
(Folha de SP, 25/9)
A N P E P P
------Página Inicial ------
------ Notícias ------
|
|
CNPq seleciona projetos na
área de saúde mental

JC
e-mail 3605, de 24 de Setembro de 2008.
Estão
disponíveis R$ 6 milhões
Com o objetivo de implementar metodologias inovadoras para estabelecimento de
ações efetivas junto à família e a comunidade, visando diminuir a recorrência
das crises de transtornos mentais e ampliar os fatores de proteção dos
portadores, o CNPq/MCT está com edital aberto, até 8 de outubro, para a seleção
de projetos de pesquisa na área de Saúde Mental.
Estão disponíveis R$ 6 milhões, do CT-Saúde e do Decit/SCTIE/MS, sendo 30% dos
recursos destinados a projetos coordenados por pesquisadores vinculados a
instituições sediadas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.
As propostas devem apresentar projetos que se enquadrem nos seguintes temas:
sistemas e serviços de saúde mental na Atenção primária, com métodos sociais
para reduzir os riscos dos transtornos mentais comuns; métodos de detecção e
tratamento álcool e outras drogas, com intervenções sobre o abuso de substâncias
em cenários distintos como as escolas, grupos comunitários, instituições
religiosas, e outros territórios; e tratamento de transtornos mentais de
crianças e adolescentes nos diversos dispositivos de cuidado, com intervenções
sociais eficazes envolvendo os pais e cuidadores na primeira infância, para
reconhecer e prover tratamento para os transtornos mentais da infância.
Poderão participar pesquisadores e professores com vínculo empregatício com
instituições de ensino superior, centros e institutos de pesquisa e
desenvolvimento públicos e privadas, sem fins lucrativos. O coordenador do
projeto deve possuir o título de doutor, ter seu currículo cadastrado na
Plataforma Lattes e ter produção científica ou tecnológica relevante, nos
últimos cinco anos, na área específica do projeto de pesquisa
Informações sobre o edital:
http://www.cnpq.br/editais/ct/2008/033.htm
(Assessoria de Comunicação do CNPq)
A N P E P P
------Página Inicial ------
------ Notícias ------
|
|
Sem educação
não há milagres, artigo de Arnaldo Niskier

JC
e-mail 3605, de 24 de Setembro de 2008.
O que
se deve pretender com as medidas em curso é ampliar o número das instituições de
excelência em nível de graduação
Arnaldo Niskier é professor de história e filosofia da educação, ex-secretário
de Estado de Educação e Cultura do Rio de Janeiro, membro do Conselho Nacional
de Educação (96-98), professor emérito da Eceme e ex-presidente da Academia
Brasileira de Letras. Artigo publicado na “Folha de SP”:
Ser justo é uma obrigação do articulista. Se um ministro se equivoca em
determinada medida, merece a crítica isenta. Se ele acerta, faz-se credor do
elogio.
É o caso do ministro Fernando Haddad (Educação). Ia enveredando por um caminho
tortuoso na discussão em torno do ensino profissional. Fez um bom acordo com o
Sistema S -e todos ganharam. Agora, com a criação do IGC (Índice Geral de
Cursos), um medidor da qualidade do ensino superior brasileiro, deve ser
reconhecido, sobretudo pela coragem de mexer nesse autêntico vespeiro.
A poeira ainda não baixou, o que é bastante natural. Três em cada 10
instituições de ensino superior, com desempenho inadequado, terão dois anos de
prazo para buscar novos caminhos que conduzam à necessária qualidade. Das 173
universidades brasileiras, 9 ficaram com a nota 2 (o máximo era 5). Serão
monitoradas para melhorar o seu desempenho, o que se traduz na busca do
aperfeiçoamento dos seus professores, melhores laboratórios, bibliotecas
atualizadas e uma disposição que lhes será cobrada pela sociedade.
Em educação não há milagres. Vemos uma grande oportunidade de atuação do
Ministério da Educação e do Conselho Nacional de Educação na correção de rumos
desse processo até então intocado.
Na análise de 1.448 estabelecimentos de ensino superior, somente 10% obtiveram
notas 4 e 5, consideradas excelentes. Foram médias ponderadas, considerada a
atuação dos alunos no Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes) e os
programas pedagógicos oferecidos, além da titulação dos professores, a
infra-estrutura e os programas de mestrado e doutorado.
Não é razoável a crítica de alguns especialistas que afirmam não ser possível
misturar indicadores díspares. Seria preciso considerar a complexidade de cada
curso, além da situação especial dos calouros, que não têm ainda conhecimentos
consolidados. Ou ainda o registro de que as universidades públicas, gratuitas,
capturam os melhores alunos do ensino médio, em geral egressos de boas escolas
particulares, o que caracterizaria uma distorção.
Na verdade, é preciso considerar que se trata de um conceito preliminar de
avaliação, sujeito a naturais aperfeiçoamentos. São dados indicativos de que é
preciso melhorar a qualidade da educação, a fim de adequar os nossos
profissionais à sociedade do conhecimento.
Aliás, o MEC está voltado para essa preocupação, como pode ser visto por outra
medida de larguíssimo alcance: o corte de 24 mil vagas nos cursos de direito,
num verdadeiro e necessário tratamento de choque que prosseguirá com idêntica
medida nos cursos de pedagogia e medicina.
Não são muito claras as razões pelas quais o IGC não contou com a adesão de duas
das principais universidades brasileiras, a USP (Universidade de São Paulo) e a
Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), desfalcando o time das que estariam
com médias altas.
Mesmo assim, tivemos diversas medalhas de ouro, destacando o trabalho que se faz
em instituições como as universidades federais de São Paulo, ciências da saúde
de Porto Alegre, Viçosa, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Triângulo Mineiro,
além dos Cefets de Santa Catarina, Rio Grande do Norte, Bambuí (MG), Campos e o
ITA (Instituto Tecnológico da Aeronáutica), de São José dos Campos.
Um aspecto que chamou nossa atenção na relação dos destaques foi a presença de
um bom número de instituições particulares, como as escolas superiores da
Fundação Getúlio Vargas do Rio e de São Paulo, o Centro Universitário Senac-SP,
a PUC-RJ, a Faap-SP, o Ibmec (Rio e São Paulo), entre outras.
O que se deve pretender com as medidas em curso é ampliar o número das
instituições de excelência em nível de graduação, como as que foram citadas, e
os bons exemplos que o país registra na sua elogiada pós-graduação. É o claro
sintoma de que podemos fazer da qualidade um projeto nacional.
(Folha de SP, 24/9)
A N P E P P
------Página Inicial ------
------ Notícias ------
|
|
Leitor critica forma de divulgação de resultados de editais do CNPq

JC
e-mail 3604, de 23 de Setembro de 2008.
“Informações importantes como o nome do projeto (comum até 2005) e, no caso
específico do edital 06/2008 – Jovens Pesquisadores, ás áreas destinadas (por
CA) têm ficado de fora da planilha final”
Mensagem de Fábio Castro Gouveia, do Serviço de Design e Produtos de Divulgação
Científica do Museu da Vida, Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz:
Escrevo para relatar minha preocupação quanto à forma como os resultados dos
editais do CNPq têm sido divulgados. Ao longo dos últimos anos, houve uma grande
evolução no arcabouço legal dos editais. Por outro lado, os resultados de
julgamento têm sido apresentados citando os nomes dos ganhadores e os números
dos processos não incluindo sempre a instituição na qual o mesmo será
desenvolvido e estado.
Além disso, informações importantes como o nome do projeto (comum até 2005) e,
no caso específico do edital 06/2008 – Jovens Pesquisadores, ás áreas destinadas
(por CA) têm ficado de fora da planilha final. Lembro-me que até 2004 em alguns
casos até mesmo os valores aprovados por projeto eram divulgados.
Não posso imaginar quais os motivos que levaram ao retrocesso nesta
transparência. Desta forma, o pesquisador fica sem informações importantes e sem
condições de avaliar as prioridades que foram consideradas na alocação dos
recursos. A transparência nos resultados de editais é fundamental para que se
tenha um ambiente de fomento à pesquisa legitimo.
Sem ela, o CNPq estará financiando projetos cujo tema não fica acessível nem
mesmo para os pares. Finalizo esperando que não só o CNPq mude a forma de
apresentação dos resultados no futuro, como modifique as páginas de resultados
incluindo estas informações para que este erro não fique para sempre na
história.
A N P E P P
------Página Inicial ------
------ Notícias ------
|
|
USP manterá sigilo em
investigação de plágio

JC
e-mail 3604, de 23 de Setembro de 2008.
Documento sobre o caso não é público, diz reitoria
Rafael Garcia escreve para a “Folha de SP”:
O relatório da investigação sobre a acusação de plágio entre professores do
Instituto de Física da USP foi concluído na Comissão de Ética da universidade,
mas continuará sendo mantido sob sigilo.
Em comunicado ontem, o chefe de gabinete da reitoria, Alberto Carlos Amadio,
afirma que o documento não é de natureza pública porque "seu conteúdo envolve a
avaliação de comportamento ético individual". Segundo a mensagem, ainda, "a
divulgação de atos do processo só pode ser feita com a autorização dos
investigados, conforme reza a Constituição Federal, em seu artigo 5º, Parágrafo
10º." Amadio não disse se a reitoria reconhece a existência do plágio nem se
haverá sanção administrativa ou não.
O caso apreciado pela Comissão de Ética envolve o diretor do Instituto de
Física, Alejandro Szanto de Toledo, e o vice-diretor da Fuvest, Nelson Carlin
Filho. Os dois lideram o grupo que assinou três estudos com trechos de textos
copiados de trabalhos do físico Mahir Hussein, já aposentado, e de outros
autores. Os artigos foram publicados em revistas internacionais de física.
Hussein e colegas do mesmo departamento (Física Matemática) disseram à Folha ter
sofrido tentativas de intimidação do diretor, que teria usado sua influência
para aprovar medidas que os prejudicariam. A escaramuça entre os dois grupos de
professores -que já haviam sido adversários políticos em eleições internas do
instituto- se acirrou após o plágio se tornar público, em junho de 2007.
O artigo da Constituição evocado por Amadio para manter a investigação sob
sigilo afirma que "são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a
imagem das pessoas". Professores que se opõem a Szanto, porém, afirmam que
também pretendem se valer de direitos constitucionais para ter acesso aos autos
da investigação. O Parágrafo 33º do mesmo artigo diz que "todos têm direito a
receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de
interesse coletivo ou geral".
(Folha de SP, 23/9)
A N P E P P
------Página Inicial ------
------ Notícias ------
|
|
Concurso público - Professor Adjunto (efetivo) na Universidade Federal de
Goiás
Universidade Federal de Goiás/ Fac.
de Educação/ Curso de Psicologia
Estão abertas as inscrições, até o dia
04/10/08, para
o concurso público - Professor Adjunto (efetivo) na Universidade Federal de
Goiás/Faculdade de Educação/ Curso de Psicologia na área de Psicologia/Processos
Psicossociais: Trabalho, Instituições, Organizações e Grupos.Inscrições online -
http://200.137.221.80/CONCURSOS_WEB/
Edital n°. 86.
Antecipadamente agradeço!
Profª. Maria do Rosário Silva Resende
Coordenadora do Curso de Psicologia/ FE/ UFG.
A N P E P P
------Página Inicial ------
------ Notícias ------
|
|
Concurso para Professos Doutor - na área de
"Psicologia Geral e Experimental"
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
FACULDADE DE FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LETRAS DE RIBEIRÃO PRETO
EDITAL
ATAc 016/08 – CONCURSO DE PROFESSOR DOUTOR
Abertura
de Inscrições ao Concurso de Títulos e Provas Visando o Provimento de 01 (um)
Cargo de Professor Doutor, no Departamento de Psicologia e Educação da Faculdade
de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo
O Diretor da Faculdade de
Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto torna público a todos os
interessados que, de acordo com o decidido pela Congregação em sessão ordinária
realizada em 11/9/2008, estarão abertas, pelo prazo de 30 (trinta) dias, no
período de 18/9 a 17/10/2008, das 8h30 às 11h e das 13h30 às 16h30, de segunda à
sexta-feira, nos dias úteis, as inscrições ao concurso público de títulos e
provas para provimento de um cargo/claro de Professor Doutor (1092839), em RDIDP
(Regime de Dedicação Integral à Docência e à Pesquisa), na referência MS-3, no
Departamento de Psicologia e Educação, com salário de R$ 6.325,31, na área de
"Psicologia Geral e Experimental", nos termos do art. 125, § 1o, do Regimento
Geral da USP, e o respectivo programa que segue:
<<<
Veja programa
>>>
A N P E P P
------Página Inicial ------
------ Notícias ------
|
|
Lançamento do livro:
Destinos da Adolescência

AUTORES
Ana Beatriz
Freire
Annie Birraux
Faroudja Hocini
Fernanda
Costa-Moura
Florian Houssier
François Marty
Iná Susini
Mariante
Isabel Fortes
Joel Birman.
Jean-Yves Chagnon
Marta Rezende
Cardoso
Michele
Emmanuelli
Regina Herzog
A N P E P P
------Página Inicial ------
------ Notícias ------
|
|
October 3 2008,
deadline for abstract
submission
–
14th European
Congress of Work and Organizational Psychology

Dear colleagues,
It is our pleasure to
invite you to the 14th
European Congress of Work and Organizational Psychology,
which will be held in Santiago de Compostela (Spain), May 13-16, 2009 under the
auspices of the European Association of Work and Organizational Psychology (EAWOP).
The Congress is organized by the Consejo General de Colegios Oficiales de
Psicólogos (CGCOP), in cooperation with the Faculty of Psychology (University of
Santiago) and the COP Galicia.
The theme for the 2009 Congress is
"Developing
people in 21st century organizations: global and local perspective"
and the aim is to
make it possible for researchers, professionals and students to share and
exchange all types of ideas, information and research results from the different
fields and approaches of Work and Organizational Psychology and thus promote its
development, linking both science and profession
The Congress
will be a great opportunity to reflect on how organizations and people working
in them are going to deal with the conflicting demands of global processes,
remote economies, our own continent (Europe), and the national and local
necessities.
It will be
a great forum for the expression of new ideas, both theoretical and
methodological, without disregarding the contribution of previous research. The
subjects highlighted at the Congress reflect emerging as well as well-established
topics, therefore contributing to a dialogue between the representatives for the
old and the new.
The
deadline for abstract submission is October 3, 2008.
Our aim is to offer a program of interest to scholars as well as practitioners,
founded upon research results, exchange of innovative professional experiences,
tools and practices, as well as evidence from the field. It will also be a great
opportunity to meet other colleagues and to create and strengthen links and
bridges among different relevant actors of the Work and Organizational
Psychology scene.
We are on the course of what promises to be a very
successful Congress. The organizers are proud to present a very interesting
group of invited speakers and chairs of activities who will be sharing their
expertise with us in a variety
of areas within Work and Organizational Psychology. The following people have
already confirmed their participation in different invited activities:
Keynote Speakers
Gary P. Latham
(Rotman School of Management, University of Toronto)
Robert A. Roe
(University of Maastricht)
State of Art
Eduardo Salas
(University of Central Florida)
Sharon Parker
(University of Sheffield)
Dov Zoahr
(Technion - Israel Institute of Technology)
John Arnold
(Loughborough University)
Invited Symposia and Round Tables
Ana Cristina Costa
(Delft University of Technology),
Antonio Caetano (Instituto Superior
de Ciências do Trabalho e da Empresa -ISCTE-),
Benjamin Schneider (University of
Marylan), Cary Cooper
(Lancaster University), Christian
Vandenberghe (HEC Montreal),
Dave Bartram (SHL Group),
Deanne Den Hartog (University of
Amsterdam), Dieter Zapf
(Goethe University), Franco
Fraccaroli and Marilena Bertolino
(University of Trento and Università degli Studi di Trento),
Filip Lievens (University of Ghante),
Handan Kepir Sinangil (Marmara
University), Hans de Witte
(Catholic University of Leuven -KULeuven-),
Helen Baron (Divition of
Occupational Psychology –DOP-),
Ioannis Nikolaou
(Athens University of Economics and Business),
Jairo Borges (University of
Brasilia), José Muñiz
(University of Oviedo), Karen Jehn
(Universiteit Leiden), Lois Tetrik
(George Mason University), Lourdes
Munduate (University of Sevilla),
Magnus Sverke (Stockholm
University), Marco Depolo
(Universita' di Bologna), Mark
Griffin (Institute of Work
Psychology), Marious Van Dijke
(Open University of the Netherlands),
Martin Kleinmann (University of
Zurich), Matti Vartiainen
(Helsinki University of Technology),
Michael Frese (University of
Giessen), Neil Anderson
(University of Amsterdam Business School),
Rolf Van Dick (Goethe Universität
Frankfu rt), Staale Einarsen
(University of Bergen), Ute Schmidt-Brasse
(PSYCON) and Vicente Gónzalez-Romá
(University of Valencia).
Your contribution is important to us, and all
submissions can be handled via our homepage
(http://www.eawop2009.org),
on which you will also find any other information you may need about the
Congress.
A N P E P P
------Página Inicial ------
------ Notícias ------
|
|
CONVOCATÓRIA - V Simpósio do Programa de
Pós-graduação em Psicanálise/UERJ
ESTRUTURA E PSICANÁLISE
27, 28 e 29 de outubro de 2008
CAPELA ECUMÊMICA DA UERJ
Apresentação:
O Programa de Pós-Graduação em Psicanálise do
Instituto de Psicologia da UERJ já tem tradições. Uma delas é a realização de um
encontro anual sobre tema que se destaque em nossas pesquisas. Temos também,
como prática, a elaboração e publicação de um livro que veicula os trabalhos
destacados nesses eventos, para a comunidade científica, comumente organizado
por dois de nossos docentes. Nossa última publicação decorreu do evento
Escrita e Psicanálise, que deu nome ao livro, organizados pelas professoras
Doris Rinaldi e Ana Costa, publicado em 2007. Estamos aguardando para ainda este
ano de 2008, o lançamento do livro A sexualidade na aurora do século XXI,
organizado pela professora Sonia Alberti, a partir do evento com o mesmo nome
realizado em agosto de 2007.
Neste
momento, estamos dando início à chamada para o nosso V Simpósio, que certamente
terá como conseqüência a elaboração de mais um livro, ambos com organização de
Heloisa Caldas e Rita Maria Manso de Barros,
com a colaboração de Programas
parceiros como o de Teoria Psicanalítica, da UFRJ, o de Psicologia Clínica, da
PUC-RJ e o Laboratório de Psicopatologia Clínica e Psicanálise da Universidade
de Toulouse II - Le Mirail, França, seguindo a orientação da CAPES para os
Programas de Pós.
A N P E P P
------Página Inicial ------
------ Notícias ------
|
|
Mestres viram doutores e acabam demitidos em universidades privadas

JC
e-mail 3602, de 19 de Setembro de 2008.
Eles
perdem o cargo porque se tornam mais caros para as escolas
Jorge Félix escreve para o “Valor Econômico”:
A falta de mão-de-obra qualificada é uma das maiores ameaças ao crescimento
econômico, segundo alguns economistas, empresas ou mesmo o governo. O país forma
mais de 10 mil doutores por ano. No entanto, esta elite do meio acadêmico
brasileiro, cada vez mais, encontra dificuldades para arranjar emprego,
sobretudo nas universidades, responsáveis pela preparação de profissionais de
ponta, supostamente, tão exigidos pelo mercado de trabalho.
O problema ocorre, de acordo com o Sindicato dos Docentes de Instituições de
Ensino Superior (Andes), na rede privada, onde as demissões de professores com
doutorado ou livre-docência, nos últimos cinco anos, são observadas com
freqüência, logo após a obtenção do título acadêmico.
"Quando fui fazer a homologação da rescisão de meu contrato de trabalho no
sindicato, tive uma surpresa: encontrei quatro outros professores de direito&quo |